Conectando Cérebros

Conheça 3 casos de sucesso de consultórios que utilizam o Afinando o Cérebro

Sep 24, 2020 11:44:19 AM / by Juliana Benatti & Diana Faria - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central, Gestão para Fonos, Dicas para Fonos, Habilidades Auditivas, DPAC, Afinando o Cérebro

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3 erros e 3 acertos no tratamento do TPAC/DPAC

Sep 17, 2020 9:00:00 AM / by Juliana Benatti & Ingrid Gielow - Equipe ProBrain posted in Dicas para Fonos, Habilidades Auditivas, TPAC, DPAC, Afinando o Cérebro, Terapia, AudBility

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O Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC) – veja aqui porque o termo Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC) foi substituído por TPAC – pode ser caracterizado por dificuldades no processamento perceptivo da informação auditiva no sistema nervoso central, que afetam o desempenho de uma ou mais habilidades auditivas, gerando falhas na compreensão da mensagem sonora recebida.

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Como a tecnologia pode auxiliar no tratamento fonoaudiológico

Sep 3, 2020 5:43:42 PM / by Juliana Benatti & Ingrid Gielow - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central, Gestão para Fonos, Dicas para Fonos, Habilidades Auditivas, TPAC, Terapia, AudBility

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A Organização Mundial da Saúde define Tecnologia em Saúde como a “aplicação de conhecimentos e habilidades organizados na forma de dispositivos, medicamentos, vacinas, procedimentos e sistemas desenvolvidos para resolver um problema de saúde e melhorar a qualidade de vida”.

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5 motivos mais comuns para perda de pacientes na terapia

Aug 27, 2020 12:24:03 PM / by Juliana Benatti & Ingrid Gielow - Equipe ProBrain posted in Gestão para Fonos, Dicas para Fonos, Terapia

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O sucesso de uma clínica ou consultório de fonoaudiologia é ter agenda cheia, profissionais realizados, pacientes assíduos e comprometidos com o tratamento, não é mesmo? Mas o que fazer quando os pacientes não aderem à fonoterapia e acabam abandonando o tratamento?

Listamos algumas situações comuns que podem contribuir para a perda de pacientes na clínica de Fonoaudiologia e estratégias para evitá-las. Vamos conhecer?

1. Equipe desafinada
A experiência de seu paciente começa desde o primeiro contato com a clínica ou consultório de fonoterapia. Assim, é importante que todos que atuam no espaço estejam preparados para oferecer um atendimento de qualidade, por isso é recomendável investir em treinamento. Com funcionários bem treinados, seu paciente poderá se sentir acolhido desde o primeiro contato, assim como quando for recebido pessoalmente. Quanto mais cordial forem as pessoas que têm contato com os clientes, melhor será a experiência deles em seu espaço e maior será a motivação para retornar em todas as sessões.

2. Espaço desorganizado
A recepção do seu consultório ou clínica é mais que um espaço para aguardar pelo atendimento. Muitas vezes, é o primeiro contato do paciente com você, antes mesmo de conhecê-lo, e funciona como um cartão de visitas. Logo, um ambiente desorganizado pode gerar má impressão desde o início. Mantenha o espaço limpo com revistas e brinquedos arrumados, se houver, e a bancada da recepção organizada, com todo o material necessário à mão, como canetas e papelaria, por exemplo.

3. Atrasos constantes
Atrasos frequentes, além de serem desrespeitosos, demonstram falta de controle com a agenda. Seu paciente se programou para estar no horário marcado para a sessão de fonoterapia e deve ter este espaço reservado a ele. Aguardar alguns minutos é aceitável, no entanto, fazê-lo esperar por muito tempo em uma ou mais sessões pode comprometer sua imagem como profissional e desgastar a relação entre terapeuta e paciente.

4. Profissionais mal preparados
Quando um paciente procura por fonoterapia, seja por indicação médica ou espontaneamente, está buscando solução para determinado problema que o incomoda. Assim sendo, precisa sentir-se seguro com o profissional que irá atendê-lo. Nem sempre a queixa do paciente é compatível com a área de especialidade daquele profissional, e pode ser necessário que o fonoaudiólogo tenha capacitação específica para aquele atendimento. Caso perceba que não está habilitado, ou não se sinta seguro, vale investir em atualização profissional, buscar por uma supervisão ou indicar outro profissional especializado. Embora, aparentemente, esteja perdendo um paciente, seu posicionamento mostrará sua seriedade e responsabilidade diante do paciente e do profissional que o indicou. Essa reputação ajudará seu nome ser indicado para casos com queixas relacionadas à sua expertise, e reforçará sua credibilidade perante este paciente e os demais profissionais. .

5. Pouca informação
Oferecer pouca ou nenhuma informação ao paciente sobre o próprio tratamento pode desmotivá-lo. Converse sobre as estratégias utilizadas na fonoterapia, busque adequá-las ao contexto de vida do paciente, dê feedback sobre a evolução e próximos passos do tratamento. Quanto mais próximo ao processo terapêutico ele estiver, maior será seu engajamento e melhores serão os resultados conquistados com a fonoterapia.

Sabemos que há situações para a evasão de pacientes que fogem ao controle do profissional, como questões financeiras e a mudança para outra região, por exemplo. No entanto, estar atento a estas questões pode transformar positivamente a experiência do seu paciente. E, dependendo da situação, mesmo mudando de cidade, você poderá continuar a acompanhar o paciente por teleconsultas.

Esperamos que este conteúdo contribua para o seu sucesso profissional, tanto nos atendimentos presenciais, na clínica ou consultório, como nos atendimentos à distância, por Telefonoaudiologia.

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Processamento Auditivo Central e Dislexia: Mitos e Verdades

Aug 13, 2020 5:06:23 PM / by Juliana Benatti & Ingrid Gielow - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central, Dicas para Fonos, Habilidades Auditivas, TPAC, DPAC, Terapia, Dislexia, Aprendizagem

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Biossegurança na fonoterapia

Aug 6, 2020 7:17:07 PM / by Juliana Benatti & Ingrid Gielow - Equipe ProBrain posted in Gestão para Fonos, Dicas para Fonos, Terapia

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A pandemia causada pelo novo coronavírus e a grande quantidade de casos registrados de Covid-19  impuseram diversos desafios aos profissionais de saúde. Afinal, como manter-se atuante e ao mesmo tempo seguro? E no caso dos fonoaudiólogos, como funciona?

Durante o período de isolamento social, determinado pela quarentena, muitos profissionais continuaram atuando e outros tiveram a possibilidade de suspender as atividades presenciais em consultório, dando continuidade aos atendimentos de forma online, por meio da Telefonoaudiologia. 

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Fonoterapia em idade escolar: 7 dicas para trabalhar com crianças e adolescentes

Jul 30, 2020 10:34:32 AM / by Juliana Benatti & Diana Faria - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central, Dicas para Fonos, Habilidades Auditivas, TPAC, DPAC, Terapia

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Manter crianças e adolescentes engajados no processo terapêutico pode representar um desafio para alguns profissionais da área de saúde, em especial para os fonoaudiólogos. Justamente porque o paciente vem para a terapia para estimular as áreas nas quais ele apresenta dificuldades. Se as tarefas, além de desafiadoras para a criança, forem repetitivas, poderão desestimular ainda mais os pacientes, fazendo com que o processo terapêutico se torne mais lento que o planejado.

Mas será que existe algum segredo para tornar a terapia fonoaudiológica atrativa e divertida para os pequenos?

Pesquisas científicas comprovaram que a diversão influencia positivamente no aprendizado de novas tarefas, porque a dopamina, hormônio da felicidade, estimula os centros de memória do cérebro, melhorando a capacidade de atenção. E tudo que precisamos em um processo terapêutico é dos pacientes motivados e atentos, não é mesmo? Assim, o aprendizado de novas habilidades será consolidado com mais facilidade.

Então, basta investir em diversão para o sucesso da fonoterapia?

Não exatamente. Além de aliar a diversão ao processo terapêutico, é importante que o fonoaudiólogo utilize métodos adequados à cada faixa etária, e que considere a individualidade de cada paciente. Como cada um reúne características próprias, o que funciona com uma criança, pode não funcionar com outra.

Pensando nessa equação, nem sempre simples de ser resolvida, separamos sete dicas que poderão ajudá-lo em sua prática clínica com pacientes crianças e adolescentes.

1. Invista no vínculo com o paciente
Quando o paciente consegue formar um bom vínculo com o terapeuta, aceitará as intervenções propostas com mais facilidade. Invista na formação do vínculo já primeiras sessões. Aproxime-se da criança, descubra quais são suas preferências, o que gosta de fazer, mostre-se aberto e responda às perguntas dela. Converse com a criança na linguagem dela e sobre assuntos que ela tenha interesse.

2. Mantenha a família por perto
Quando nosso paciente é uma criança ou adolescente, a família exerce papel fundamental no processo terapêutico, pois tem potencial para ser um agente multiplicador do que é feito em terapia. Afinal, são os pais e cuidadores que irão ajudar o paciente a praticar, no dia a dia, o que aprendeu na terapia. Para isso, é importante que as famílias sejam próximas, participando ativamente desde o início, além de terem suas ações reconhecidas pelo terapeuta. Uma pesquisa constatou que isso nem sempre acontece: os pais ouvidos demonstraram pouco conhecimento sobre a terapia fonoaudiológica dos filhos. Considerando que nossos pacientes estão na maior parte do tempo acompanhados de seus familiares, quanto mais engajados e conscientes do processo terapêutico, melhores serão os resultados. Então vale a pena investir na comunicação com os pais, pois muitos deles não engajam por falta de conhecimento do que está sendo estimulado na sessão, bem como por não saber a real importância deles no processo terapêutico.

3. Seja criativo
Alguns pacientes passam muito tempo em terapia e podem se cansar dos exercícios e atividades feitas de forma repetitiva. Assim, quanto mais criativo for o profissional, mais prazerosas serão as sessões. Há uma grande variedade de materiais disponíveis no mercado, mas não é necessário ter tudo, basta adaptar o mesmo recurso para diferentes usos e faixas etárias. Na plataforma do Afinando o Cérebro, por exemplo, um mesmo jogo pode ser utilizado para diversas finalidades.

4. Ofereça alternativas, deixe a criança escolher
Ao preparar a terapia, selecione duas ou três atividades diferentes, que contemplem o mesmo objetivo a ser trabalhado, e dê ao paciente o direito de escolher. Deste modo, você estará incentivando a autonomia da criança e valorizando suas iniciativas.

5. Uma novidade a cada sessão
Torne a sua sessão cativante para a criança, oferecendo novidades a cada encontro. Não é necessário ter um armário cheio de brinquedos ou muitos materiais disponíveis, basta utilizar a criatividade, como já falamos acima, adaptando materiais, fazendo um jogo de forma diferente e, principalmente mostrando para o paciente algo novo que tenha conquistado na sessão, valorizando seu progresso e o motivando a manter a rotina de treino. Você já experimentou fazer a correlação de uma atividade da terapia com o ganho que o paciente terá em algo que ele gosta de fazer? Por exemplo, explicar que a habilidade que vocês estão desenvolvendo irá ajudá-lo a ter mais foco no futebol.

6. Adapte atividades ao contexto de vida da criança
Para que o treino realizado em terapia e fora dele seja motivador, é importante que esteja inserido no contexto da vida da criança. Por isso, o processo de vinculação é tão importante, pois quanto mais se sabe sobre o paciente, mais fácil será propor atividades que o estimulem dentro e fora da terapia. Se a preferência é por super-heróis, que tal montar uma trilha com este tema para que possa jogar no consultório, ou em casa, com a família? Se o paciente gosta de jogar, que tal propor uma competição utilizando os jogos do Afinando o Cérebro, que dão a possibilidade de visualizar o ranking de jogadas no site, enquanto treina as habilidades auditivas?

7. Ajuste o nível de dificuldade e dê feedback
Se as atividades propostas forem muito difíceis, o paciente poderá se sentir desestimulado e desistir. Calibre o nível de dificuldade, começando sempre por uma atividade mais simples, que ele consiga realizar, partindo na sequência para as mais complexas e sempre dê feedback. Conte a ele se as tentativas foram acertadas ou não, no que é necessário melhorar, quanto já evoluiu, mostrando o que mudou desde o início da fonoterapia. Se a criança ou adolescente consegue visualizar seus erros e, principalmente, seus acertos, terá mais disposição e um maior engajamento. Ajude a criança a se perceber: ela é capaz de dizer o que fez que gerou um bom resultado e, com o passar das sessões, poderá sugerir quais as estratégias precisa modificar para se sair bem em uma atividade que ainda não estava tendo um bom desempenho.

Esperamos que essas dicas possam ajudá-lo em sua prática clínica. E você, quer nos contar como é sua atuação com crianças e adolescentes? Escreva nos comentários!

Para conhecer as diversas opções de atividades disponíveis no Afinando o Cérebro, clique aqui.

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Afinando o Cérebro: 8 combinações de jogos para você utilizar

Jul 16, 2020 8:11:37 PM / by Juliana Benatti & Diana Faria - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central, Dicas para Fonos, TPAC, DPAC, Afinando o Cérebro, Terapia

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Preparar uma sessão de terapia requer do profissional muito empenho e dedicação. Cada paciente tem uma necessidade diferente, por isso é importante que o plano terapêutico seja individualizado com propostas de atividades que façam parte do contexto de vida da cada um. Com um plano definido, é importante repetir as tarefas propostas pelo terapeuta. Afinal, quanto mais o paciente treinar melhores serão os resultados.

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Conheça as habilidades que são afetadas pelo DPAC/TPAC

Jul 9, 2020 5:44:27 PM / by Juliana Benatti & Ingrid Gielow - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central, Habilidades Auditivas, TPAC, DPAC

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O Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC) – veja aqui porque o termo Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC) foi substituído por TPAC - está relacionado a dificuldades no processamento perceptivo da informação auditiva no sistema nervoso central, que afetam o desempenho de uma ou mais habilidades auditivas, gerando falhas na compreensão da mensagem sonora recebida. 

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Como são os sinais do Transtorno de Processamento Auditivo Central (DPAC/TPAC)

Jun 18, 2020 3:28:22 PM / by Juliana Benatti & Diana Faria - Equipe ProBrain posted in Processamento Auditivo Central

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Vivemos diversas situações em nosso dia-a-dia que exigem de nós mais que uma boa audição. Experimente pedir o seu prato favorito naquele restaurante movimentado que você ama ir com sua família aos domingos ou colocar a conversa em dia com um amigo que não vê há muito tempo e que acabou de encontrar em uma festa. Agora, pense no universo de uma criança que frequenta diariamente o ambiente escolar. Se ela apresenta dificuldades para compreender situações de fala, a primeira suspeita que se levanta é de uma possível deficiência auditiva. Mas e quando os exames de audiometria revelam uma audição dentro dos parâmetros de normalidade? Nesses casos, é importante considerar uma alteração no processamento auditivo central. 

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